quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

A politica vista de forma pragmática pelo I

Vínhamos esta manhã no carro a ouvir as notícias e é noticiado que a solução do Trump para responder aos tiroteios nas escolas é armar os professores.

Surge um grito do banco de trás: - "É essa a ideia do Trump!? Os professores terem armas!? Só pode estar maluco!!!Só pode estar maluco..."

Comentário de um "mero" miúdo de 11 anos, adequado à sugestão do "só" Presidente de uma das Potências Mundiais.


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

O Boneco da estante #21


Coitado, voltou a ser atacado! Há todo um mundo na cabeça do I. Por vezes gostava de entrar na cabeça dele para ver quais os "filmes" que andam por lá a passar.



A semana passada a professora de Matemática encontrou o F e disse-lhe que o I estava a melhorar bastante a sua capacidade de estar concentrado na aula dela. Contou-lhe que na última aula tinha rido bastante à conta dele, pois ele distraiu-se de tal forma que começou a cantar alto no meio da aula sem se aperceber (num dos seus mundos deve ser cantor! hehehe). 
O bom é que os professores já perceberam que ele desconcentra-se sem querer. É conhecido por ser cabeça na lua e ir, sem querer, para outros planetas a meio das aulas. Como no fundo ele quer ser bom aluno acaba por tentar ser aplicadinho. O que faz que apesar destas distracções ele até vá tendo boas notas.




Poor thing, the doll was attacked again! There is a whole world in the head of "I". Sometimes I would like to get inside his head to see what is going arround.

.Last week I's Maths teacher found F and told him that "I" was greatly improving his ability to concentrate on her class. She told him that in the last class she had laughed a lot at "I" expense, for he was distracted in such a way that he began to sing loudly in the middle of the class without noticing (on one of his worlds "I" must be a singer! Hehehe).

The good thing is that the teachers have already realized that he deconcentrated himself without wanting to. He is known for distracting himself easily and unintentionally "going to other planets in his head" in the middle of classes. Since he really wants to be a good student, he tries to overcame that what makes him despite these distractions to gets good grades.




Pauvre chose, la poupée a été attaquée à nouveau! Il y a tout un monde dans la tête de I. Parfois, je voudrais rentrer dans sa tête pour voir ce qui si passe.

La semaine dernière, la prof de math a rencontrée F et lui a dit que I arrive à se concentrer mieu dans ses cours. Elle lui a dit que dans le dernière cour elle avait beaucoup ri à ses dépens, car I était si distrait qu'il a commencé à chanter haut au milieu de la classe sans s'en rendre compte (dans l'un de ses mondes il doit être chanteur! hehehehe).

La bonne chose est que les profs ont déjà réalisé qu'il se déconcentre sans le vouloir. Il est connu pour être une tête en l'air et de se rendre involontairement à d'autres planètes au milieu des cours. Comme il veut vraiment être un bon élève, il essaie de contrarier se petit problème, ce qui lui permet, malgré ces distractions, d'obtenir quand même de bonnes notes.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Bolo molhado de clementinas - receita a manter



Hoje fiz um bolo que tinha marcado há uns dia para experimentar. Tirei a receita do blog "As minhas Receitas". Quando vi este post tinha duas gavetas do frigorífico cheias de clementinas e achei que esta receita estava a gritar por mim. 

Hoje foi o dia e ficou provado que foi uma óptima experiência!

Em menos de nada ficou assim:


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Também tenho um unicórnio!

Hoje recebi um mimo do I - um desenho de um unicórnio. Segundo ele todas as raparigas  adoram  unicórnios. Eu, pelo menos, adoro este.  


segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Em prol da recuperação das minhas vias respiratórias


Após um período bem difícil para as minhas vias respiratórias - ando em modo io-io entre melhorias e pioras há umas duas semanas - parece que consegui estabilizar desde ontem (espero não estar a cantar vitória cedo de mais). O F disse-me ontem que hoje seria um bom dia para irmos à beira-mar dar uma volta e respirar um ar mais saudável. Ainda sem grandes certezas respondi-lhe que seria melhor ficar em casa mais um dia a restabelecer-me, pois não queria apanhar frio. 
No entanto de manhã tínhamos de ir tratar da renovação dos CC dos míudos. Chegámos à loja do Cidadão pelas 10h30 e tirámos a senha C0120 (!!!!). Estava a ser atendida a senha C0019, com vários atendimentos prioritários a serem chamados... aaaahhhhh, pois que segunda-feira, de férias de míudos deve ser mesmo um dos piores dias do ano para pensar ir para a Loja do Cidadão. Decidimos não ficar e arrancámos sem saber muito bem o que ir fazer. Quando dei por nós estávamos a caminho de Monsanto para ver as vistas. 


 Com um dia lindo e sem vento decidimos sair do carro e dar uma volta. Ainda não tinha andado 10 metros tinha o F a dizer-me para respirar fundo (ahahahahah, aí percebi que tinha conseguido levar-me para um sítio tipo "termas" para as minhas vias respiratórias).


Fomos aos Montes Claros, uma parte de Monsanto que não conhecia ainda.


Depois tramou-se, pois enfiei-me pelos trilhos a gozar o pequeno mergulho na natureza. O F adora andar pelo mato, mas a correr ou de BTT. Andar não é propriamente a praia dele. Mas já ando ao tempo a convencê-lo a irmos fazer uns trilhos.

















No final do passeio decidimos ir almoçar à beira-mar - tratamento em pleno para as minhas vias respiratórias. 





Perto das 14h30 estávamos a caminho de casa e decidimos arriscar passar pela Loja do Cidadão para ver em que senha é que estava. A esperança é a última a morrer. E foi uma óptima decisão, estava na C0115!!! Esperamos uns 10 mins se tanto e fomos logo atendidos. Digam lá se não foi um golpe de sorte!

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

A Mona Lisa que pode estar dentro de cada um dos nossos filhos (ou de nós!)




Este trabalho não é nem da turma do H, nem da turma do I, mas tinha de partilhá-lo. Cada uma delas tem a sua particularidade, e em conjunto fica tão giro. De excecução bem simples, no entanto digam lá se não desperta o lado artístico de qualquer criança (e até o nosso)?

E como é bom vê-los orgulhosos a mostrar aos pais qual a sua Mona Lisa.


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Manjares do meu Amor #06


Este fim-de-semana, eu e o H estivemos de "molho". Os dois com o mesmo, uma virose que nos trouxe para começar muito cansaço, o nariz a correr em fio e um dia com febre, sempre a espirrar e com alguma tosse. Depois veio um dia de melhoria para de seguida mergulharmos numa tosse de acordar os mortes, que nos sacode o esqueleto todo. O H, coitado, queixava-se que até lhe doíam os abdominais de tanto tossir. Destinados a passar o fim-de-semana fechados em casa, no sábado o F foi com o I às compras e vieram lançados para fazer um petisco para o almoço:



Polvo panado sobre chutney de cebolacaramelizada, 
com arroz de polvo e couve salteada aromatizada com redução de vinho



sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Citações da minha Mãe #02

No decorrer daquelas conversas corriqueiras sobre o tempo e comentando o frio e o ventinho gélido que se estão a fazer sentir, disse então a minha Mãe mais um provérbio que eu desconhecia: "Norte frio, água ao rio.".




Ou seja, pela nossa sabedoria popular, tudo indica que após este frio que nos vem de Norte se seguirá chuva. Será?

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Memórias da minha infância e uma boa desculpa para mais um desenho

Este Domingo esteve imenso vento, mas um sol lindo e muito agradável. Ir rever um lugar de que sempre gostei foi a desculpa para um passeio no Domingo com os meus pais e o F. Estou a precisar de mergulhar em ambientes verdes, com horizontes a perder de vista e com muitas saudades de uns passeios campestres.

Estava tanto vento que tive de me abrigar na esquina de uma casa. 



Lembro-me de ir quando era miúda a uma festa anual na Capela de São Domingos. Era uma festa pequenita, mas à qual achava imensa piada. Começava com a celebração de uma missa. Depois, neste mesmo largo, acendiam-se fogueiras por todo o lado. Algumas pessoas traziam ou compravam no sítio, pão e chouriços e assavam estes últimos nas ditas fogueiras. E as pessoas ficavam por ali durante a tarde ao calor das fogueiras na converseta. Vendiam-se também umas fitas coloridas,  que haveria de ter sido previamente abençoadas, para se prender aos animais, no que era um ritual de protecção dos animais domésticos/da quinta. Sendo uma zona maioritariamente agrícola é uma daquelas tradições antigas com raízes em crenças de que os animais tinham de ser abençoados para ajudar a assegurar um dos meios de subsistência das famílias. Os miúdos como eu gostavam de usar essas fitas presas nos pulsos.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Quanda a vista está mesmo a pedir um desenho

Eis uma paisagem que queria pintar há tanto tempo. É de um spot difícil. Mas desta tive hipótese de fazê-lo. Nem sempre a luz é a que eu gostaria, mas nesse dia estava óptima.


Tal foi o entusiasmo que mal deixei espaço para assinar.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Realinhamentos...




Ontem fui ao realinhamento... Não foi da direcção do carro, mas à minha pessoazita. Eu que até sou pessoa dedicada a alinhamentos e boas posturas não "sobrevivi" a um desalinhamentozito. A minha amiga I fez a gentileza de me recomendar uma Fisioterapeuta e até me marcou logo uma consulta! (mais uma vez obrigada, I!). 

Resultado de imagem para marquesa fisioterapia
Ontem ao final da tarde lá fui. Uma pessoa vai para esta consulta com esperança de melhorar e sai de lá como quem foi a uma visita ao Bruxo. Não é que eu saiba o que é uma visita ao Bruxo... E a comparação é na positiva. No sentido em que parece que me adivinham todos os males. E tudo faz sentido. E a falta de músculo plantar no pé esquerdo está a dar o ar da sua graça a criar por aqui desalinhamentos e a querer desalinhar-me a coluna.  Numa primeira aproximação tudo fez sentido e sinto-me hoje bem melhor. Com um calor estranho na zona das omoplatas, mas melhor. Tenho nova sessão de "realinhamento" na próxima terça-feira. Vamos ver...

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

O Boneco da estante #19




Terá sido atacado ou estarão a fazer exercícios a dois? Fica o mistério...




Have it been attacked or are they exercising together? Mystery ...




A-il été attaqué ou font-ils de l'exercice? Grand mystère ...

domingo, 21 de janeiro de 2018

Da influência do nosso meio ambiente


A pessoa que ocupa o lugar de garagem ao lado do meu no meu local de trabalho muda de tempos a tempos. Esteve um tempo sem ninguém. Depois apareceu uma moça de cabelo comprido. Nas primeiras vezes eu dava-lhe os bons dias com um sorriso. Ela, surpreendida, respondia entre dentes sem nunca olhar para mim. Nem o corpo virava para mim. Acho que se me cruzasse por ela na rua nem a reconheceria. Passado um tempo continuei a dar os bons dias, mas já sem sorriso. Não me fazia sentido, o sorriso. Ela nem olhava para mim... Entretanto comecei a perceber que ou fazia de tudo para ficar dentro do carro enquanto eu não saia dali, ou se eu já a apanhava fora do carro, despachava-se dali para fora o mais depressa possível, até parecia que se encolhia para não me dizer nada. Percebendo que a incomodava deixei de lhe dar os bons dias. Coisa que me moía, tal névoa na minha boa disposição matinal. Mas há que respeitar a forma de estar de quem nos rodeia. 

Há umas semanas a moça de cabelo comprido deixou de aparecer e veio uma moça de cabelo curto. Logo no primeiro dia que nos cruzámos deu-me um sonoro bom dia, com um sorriso radiante. Retribuí contente com a troca. Esta minha nova vizinha de estacionamento procura me dar os bons dias, saindo depressa do carro quando eu já estou a ir embora ou fazendo tempo que eu saía do meu carro quando, já caminhando para os elevadores, volta-se completamente para mim e com um grande sorriso deseja-me um bom dia. Para não a demorar neste jogo do bom dia, já comecei a lhe acenar de dentro do carro com um sorriso, o que ela retribuiu com contentamento. Como eu, a moça do cabelo curto também valoriza estas trocas e faz de tudo para fomentá-las.

Com isto não estou a querer criticar a moça de cabelo comprido, que pode ter uma vida muito mais infeliz que a moça de cabelo curto (ser completamente introvertida ou ainda não ter percebido a vantagem deste tipo de comportamentos), mas apenas realçar que a nossa atitude tem bastante influência em quem nos rodeia. Somos agentes activos na felicidade de quem nos rodeia, por mais pequenina que seja a nossa influência. É também bom para nós conseguirmos criar estas pontes com quem nos rodeia, pois mesmo no meio de muita infelicidade termos assim pequenos momentos que podem abrilhantar os nossos dias e os de quem nos rodeiam.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Um doce para os meus doces


A malta lá de casa não é muito gulosa, mas aprecia umas determinadas doçarias. Uma delas é o meu bolo de iogurte. Daqueles mesmo básicos. Quando cheguei a casa ao final da tarde e percebi que o forno estava ligado para fazer lombinho de porco para o jantar não pensei duas vezes. Larguei tudo e fui a correr preparar o bolo para colocá-lo no forno para aproveitar o facto de estar ligado.

Assim saiu um bolo a meio da semana para surpresa de todos. E não é que foi uma óptima surpresa! Adoro quebrar a rotina com estas pequenas coisas. 



Este foi com raspas de laranja.



Secos/sólidos
4 embalagens de iogurte de farinha
3 embalagens de iogurte de açucar
1 colher de sobremesa de fermento
raspas de 1 limão ou de 1 laranja

Húmidos/líquidos
1 iogurte natural
1 embalagem de iogurte de óleo
1 chávena de leite
3 ovos

Na batedeira misturar todos os sólidos e depois juntar os líquidos. Bater tudo muito bem. Enquanto bate untar a forma com manteiga ou óleo e polvilhar com farinha. Verter a massa no sentido do relógio devagar para assegurar que a massa na forma fica uniforme. Levar ao forno ~170º no programa de bolos durante aproximadamente 35 a 40 mins ou até ficar com um tom dourado escuro. Costumo apagar o forno e semi-abrir a porta e deixar o bolo lá dentro durante uns 10 mins. Depois é tirar para fora, colocar num prato bonito. 

Eu costumo pôr os bolos num prato de pé alto, com tampa de vidro, no balcão que separa a cozinha da sala.

Nota: convém ter os líquidos à temperatura ambiente. A primeira coisa que faço quando começo a juntar os ingredientes é tirar o iogurte do frigorífico e passar os ovos por água morna para lhes tirar o frio do frigorífico e ficam na bancada para estarem à temperatura ambiente. Para o leite abro sempre uma embalagem da dispensa.